CadÚnico garante R$ 2.012 para inscritos que ganham 2 benefícios

Ao atender os critérios impostos pelo Governo Federal, é possível ter acesso ao dinheiro

Sendo uma espécie de banco de dados das autoridades brasileiras, o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) é responsável por colocar os brasileiros em situação de vulnerabilidade social e econômica em diversas iniciativas assistenciais, como o Bolsa Família, por exemplo.

Sendo assim, ao comprovar a condição de baixa renda, o cidadão pode passar a receber pagamentos mensais para sanar suas necessidades básicas, como alimentação, saúde e educação. Inclusive, alguns repasses podem chegar ao valor de até R$ 2.012.

Os montantes são concedidos para as famílias que vivem na linha da pobreza. Nos dias de hoje, para fazer parte dos programas sociais, é de suma importância estar de acordo com os critérios de elegibilidade determinados pelo Governo Federal.

O principal deles diz respeito à renda familiar. De modo geral, o total por integrante da residência não pode ultrapassar 1/4 do salário mínimo vigente. Neste ano, isso é equivalente a R$ 343 por pessoa.

Caso se encaixe nesta condição, a orientação é que o chefe da família se dirija até uma unidade do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) para realizar a inscrição da família no CadÚnico. Por lá, um agente falará sobre os auxílios dos quais o indivíduo tem direito.

Quem vai receber a bagatela de R$ 2.012?

O valor em questão só pode ser alcançado com a soma de dois benefícios: o primeiro deles é o do Bolsa Família, que deposita mensalmente o montante mínimo de R$ 600; enquanto o segundo é o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que concede R$ 1.412.

No entanto, vale destacar que as normas do BPC são diferentes, tendo em vista que o benefício é liberado apenas para idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência. No caso do último grupo, é preciso passar por perícia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para garantir o depósito.

Logo, para conseguir somar ambos auxílios é necessário que a renda da família por pessoa esteja dentro do teto fixado pelo Governo Federal. Atualmente, o valor do Bolsa Família entra no cálculo de renda familiar durante a concessão do BPC.

Contudo, uma proposta apresentada no ano de 2023 tem como objetivo alterar essa regra. Todavia, ela ainda não foi votada e não há previsão de quando uma nova reunião para discutir o tema será feita. Em suma, o critério de R$ 353 por pessoa, independente da fonte de pagamento, segue mantido.

Demais regras do Bolsa Família

Como informado há pouco, o Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do país, possui regras diferentes da do BPC. Sendo assim, os brasileiros contemplados pela iniciativa assistencial devem se enquadrar em outros critérios. São eles:

  • 1. Manter os dados do CadÚnico atualizados;
  • 2. Gestantes devem realizar o acompanhamento pré-natal;
  • 3. Responsáveis precisam acompanhar o estado nutricional (tamanho e peso) das crianças menores de sete anos;
  • 4. A família deve estar com a caderneta de vacinação em dia, isto é, ter tomado todos os imunizantes;
  • 5. Pais devem garantir a presença escolar mínima dos filhos que ainda não completaram o ensino básico.
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