Estes são os novos alimentos que vão estar na sua cesta básica

Saiba quais são 10 alimentos escolhidos para compor a nova cesta básica

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) divulgou na última quinta-feira (7) quais serão os mantimentos que devem compor a nova cesta básica de alimentos.

A definição veio antes da regulamentação da Reforma Tributária, que isenta itens da cesta básica de impostos federais. Dito isso, a seguir, confira quais serão os novos alimentos presentes na cesta básica.

Nova cesta básica

A lista, publicada no Diário Oficial da União (DOU), abrange 10 grupos de alimentos. A pasta deu prioridade para produtos in natura ou minimamente processados, visando promover uma alimentação mais equilibrada e saudável para os brasileiros. Confira:

  • 1. Feijões (leguminosas);
  • 2. Cereais;
  • 3. Raízes e tubérculos;
  • 4. Legumes e verduras;
  • 5. Frutas; 
  • 6. Castanhas e nozes (oleaginosas);
  • 7. Carnes e ovos;
  • 8. Leites e queijos;
  • 9. Açúcares, sal óleos e gorduras;
  • 10. Café, chá, mate e especiarias.

Os critérios adotados para compor a cesta levam em consideração os benefícios à saúde, a sustentabilidade, o respeito à sazonalidade, à cultura e às tradições locais. Cabe destacar que a produção de alimentos orgânicos e agroecológicos da agricultura familiar e da sociobiodiversidade também foram priorizados pelas autoridades brasileiras.

Dessa forma, garante-se a variedade produtos in natura e minimamente processados. Também foram observadas as diretrizes de outros documentos, como Guia Alimentar para a População Brasileira e Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de Dois Anos.

Ainda, a resolução destaca que, além de alimentos crus, também podem ser incluídos na cesta básica produtos como pães feitos de farinhas, leveduras, água, sal, verduras e legumes preservado em salmoura, extrato de tomate ou outros alimentos, sardinha e atum enlatados, queijos feitos de leite e sal (e microorganismos utilizados para fermentar o leite).

No entanto, cabe frisar que o novo modelo não vai substituir a cesta básica tradicional, cujo preço serve como referência para alguns indicadores econômicos, como o valor do salário mínimo, por exemplo. Sendo assim, a nova lista servirá, portanto, como uma referência para compras do governo e políticas públicas.

O decreto que trata do tema foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na quarta-feira (5), no mesmo dia em que o Programa Cozinha Solidária foi regulamentado. Durante o evento de lançamento da iniciativa, o chefe do Executivo disse que o combate à fome é sua maior prioridade e, por isso, os ministros de sua gestão terão que ter recursos para ações em todo território nacional.

Na segunda-feira (4), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que os projetos complementares à Reforma Tributária serão enviados ao Congresso Nacional ainda neste mês de março. Na ocasião, ele declarou que depende de “trabalhos” de Estados e municípios para definir temas do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

A ideia nossa é mandar em março. A gente está dependendo um pouco dos trabalhos dos Estados e municípios que a gente firmou compromisso com eles de mandar já com a questão federativa, se não totalmente resolvida, bastante adiantada para facilitar a tramitação no Congresso“, disse Haddad (via Poder360).

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