Novo auxílio de R$ 500 + Vale Carne por mês para o Bolsa Família

Confira todos os detalhes sobre ambos os programas

Recentemente, o Governo Federal confirmou a possibilidade de criar mais dois novos benefícios assistenciais para o povo brasileiro, em especial para aqueles que estão inscritos no Bolsa Família. O primeiro deles irá conceder R$ 500, enquanto o segundo será uma espécie de voucher para comprar carne bovina.

Se você faz parte do programa de transferência de renda e ficou curioso para saber mais detalhes sobre as empreitadas governamentais, siga a leitura até o fim e fique por dentro de tudo sobre o tema.

Vale Carne

De acordo com uma reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, a ideia teria sido apresentada por um grupo de pecuaristas do Mato Grosso do Sul ao ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira. O programa já teria até um novo provisório: “Carne no Prato”.

A proposta foi encaminhada pelo ministro para análise da Casa Civil e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Entre os pecuaristas defensores da iniciativa, está Guilherme Bumlai, filho do empresário José Carlos Bumlai, condenado no âmbito da Operação Lava Jato — por obter e quitar de forma fraudulenta empréstimo no Banco Schahin e envolvimento em solicitação de vantagem indevida vinculada a um contrato da Petrobrás com o Grupo Schain.

A expectativa é de que o projeto, caso veja a luz do dia, possa beneficiar até 19,5 milhões de cidadãos, criando a demanda por mais 2,3 milhões de cabeças de gado ao ano. Segundo Bumlai, o valor do voucher seria de R$ 35, o suficiente para que as famílias comprassem pelo menos 2 kg de carne por mês, na conta dos pecuaristas.

Como mencionado há pouco, o benefício atenderia apenas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), como as que recebem o Bolsa Família. O Vale Carne seria utilizado exclusivamente para a compra de carne bovina em supermercados e açougues credenciados.

Benefício de R$ 500 é aprovado pela Comissão de Recursos Humanos

No dia 28 de fevereiro, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou um projeto que cria o auxílio-cuidado, no valor de R$ 500 mensais, destinado aos responsáveis por pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) severo, desde que integrante de família monoparental (quando não há registro do pai, por exemplo) de baixa renda. A proposta do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) recebeu parecer favorável do relator, senador Flávio Arns (PSB-PR), e segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

O Projeto de Lei (PL) 2198/2023 modifica a Lei 12.764/2012 (Lei Berenice Piana) e a Lei Orgânica da Assistência Social (Lei 8.742/1993). O texto cria o auxílio-cuidado para responsáveis pela atenção integral de pessoas com TEA severo. O montante será concedido a chefes de famílias monoparentais que apresentam renda igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo por pessoa, o equivalente a R$ 353. O benefício será financiado pelo Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS).

Os cuidados com a infância e adolescência, nos termos de nossa Constituição, devem ser compartilhados entre as famílias, a sociedade e o Estado. Entretanto, as famílias vêm arcando muitas vezes sozinhas com essa atribuição, e precisam de auxílio para realizar suas importantes tarefas“, declarou Zequinha (via Agência Senado).

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