Documentos essenciais para declaram o Imposto de Renda de 2024

Organize-se agora para não ter problemas com a Receita Federal no futuro

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda para Pessoa Física (IRPF) 2024 (ano-base 2023) começa no dia 15 de março e se estenderá até 31 de maio. Porém, enquanto o período não chega, os contribuintes já podem começar a se preparar. Sendo assim, o primeiro passo é reunir a documentação exigida.

As informações mais importantes estão ligadas a rendimentos tributáveis e pagamentos dedutíveis, pois impactam no resultado da declaração do IRPF. Sendo assim, quanto antes os contribuintes começarem a se organizar para o envio do formulário, maiores serão as chances de receberem suas restituições antes — caso tenham direito a elas —, já nos primeiros lotes.

Em 2024, são obrigados a declarar o IRPF, por exemplo, aqueles que tiveram rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma ultrapasse R$ 30.639,90; e aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 200 mil em 2023.

Segundo a Receita Federal, espera-se receber cerca de 43 milhões de formulários neste ano. Em 2023, foram enviadas ao Fisco aproximadamente 41,1 milhões de declarações. Com tudo isso em mente, a seguir, saiba quais são os documentos necessários para o envio do IRPF 2024.

Documentos exigidos pela Receita Federal para declaração de rendimentos

  • 1. CPF: é preciso saber a própria sequência e de todos os dependentes. Caso algum número seja desconhecido, é possível consultar no site da Receita Federal.
  • 2. Declaração do ano anterior: o documento é utilizado para agilizar o preenchimento da declaração e garantir que certas informações já declaradas não sejam esquecidas. Se a pessoa fizer a declaração atual no mesmo computador, a informação deve constar automaticamente no sistema. Caso contrário, o documento pode ser obtido pelo e-CAC, no sistema Meu Imposto de Renda.
  • 3. Informe de rendimentos recebidos de Pessoa Física (PF) ou Jurídica (PJ): a companhia em que você trabalha ou para qual presta serviço deve ter entregue este documento até 29 de fevereiro. Caso trabalhe como PJ, o informe é fornecido pelo contador. Nele, constam os valores retidos na fonte, aqueles que você recebeu como salários e 13º, além de outros tipos de rendimentos recebidos eventualmente, como participação nos lucros. No caso dos aposentados, o informe fica disponível no portal Meu INSS.
  • 4. Informe de bancos e corretoras: as instituições financeiras também devem ter entregue o informe até o dia 29 de fevereiro. Nele, devem constar os rendimentos de todas as aplicações financeiras do correntista, como investimentos em renda fixa e ações.
  • 5. Comprovantes de aluguel: os aluguéis pagos e recebidos precisam constar na declaração. O documento é fornecido pela imobiliária responsável ou por meio dos recibos dos depósitos bancários.
  • 6. Comprovantes de compra e venda de bens: caso tenha comprado ou vendido uma casa, um carro, embarcação ou outros bens, tenha em mãos os comprovantes com nome e CPF/CNPJ de quem comprou ou vendeu, valor da venda e informação sobre pagamento ou financiamento, se for o caso.
  • 7. Recebidos de saúde e educação: os valores gastos com saúde e educação, como pagamento de plano de saúde e escolar particular, são dedutíveis do IR. Porém, para isso, é fundamental reunir todos os recibos das despesas para comprovação.
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