Empresário expulso por dono de padaria é preso por fraude em criptomoedas

No final da tarde da última terça-feira (27), o cenário das criptomoedas e NFTs foi abalado com a prisão do empresário curitibano Allan Barros. A Polícia Federal (PF) executou a Operação Fast, que visa o suposto envolvimento de Barros em uma rede fraudulenta relacionada à criação desses ativos digitais.

Reconhecido na internet como empreendedor, Allan Barros alcançou notoriedade pela ostentação de uma vida luxuosa, contabilizando mais de 200 mil seguidores em uma única rede social. O empresário é figurinha carimbada em destinos internacionais renomados, como Maldivas, Dubai, Disney, além de países como Inglaterra, Espanha, México, França, Peru e Itália.

O investigado é criador dos aplicativos DryveCrypto e DriveTryp, plataformas amplamente divulgadas em suas redes sociais. No site oficial do DriveCrypto, o app promete calcular cada quilômetro percorrido pelo usuário em seu carro, convertendo a medida em moeda no jogo, que, por sua vez, pode ser utilizada dentro da plataforma ou retirada com lucro.

NFTs no DriveCrypto

Cada usuário, ao utilizar o aplicativo, se equipa com NFTs na forma de veículos elétricos e energia elétrica, que podem alcançar significativa valorização, devido à sua exclusividade. Segundo Barros, nunca existiram dois NFTs Cars iguais. Os usuários podem adquirir esses NFTs variados conforme o preço, autonomia e lucro médio.

As promessas do DriveTryp

Já no caso do DriveTryp, é prometida a devolução de 5% de cada corrida na forma de criptomoeda, isto é, um cashback em criptoativos. Em suas redes sociais, o app é apresentado como um serviço com inteligência artificial, que oferece 100% de ganhos para os motoristas e melhores preços para os passageiros.

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