Marcas de água foram proibidas dos mercados após contaminação

A medida foi tomada após a constatação de bactérias prejudiciais à saúde

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que algumas marcas populares de água engarrafada no Brasil foram contaminadas com bactérias potencialmente prejudiciais à saúde. Neste caso, essas referem-se às bactérias Coliformes Totais, Escherichia Coli e Enterococcus, conhecidas por sugerir a presença de contaminação fecal.

A medida foi tomada após uma série de fiscalizações e testes feitos pela entidade sanitária. As condições sob as quais a água é engarrafada e a fonte da qual é extraída são aspectos que a Anvisa normalmente controla com grande cuidado por conta dos riscos de contaminação.

Marcas investigadas pela Anvisa

A lista das marcas afetadas inclui Carrefour, Qualitá, Attiva e Águas Raras. A indicação é que tanto as versões com gás quanto as sem gás dessas marcas sejam removidas das prateleiras dos estabelecimentos comerciais.

Segundo informado pela Anvisa do estado de Santa Catarina, todas as águas das marcas mencionadas acima são provenientes das fontes Bananal e Bananal 1. Isso levanta a hipótese de contaminação na própria fonte, apesar de investigações adicionais serem necessárias para confirmar a possibilidade.

Possível contaminação

A detecção de contaminação em produtos tão largamente consumidos como água engarrafada tem implicações significativas para a saúde pública. As bactérias presentes na água contaminada podem causar uma variedade de problemas de saúde, incluindo gastroenterites e outras doenças digestivas.

Como é de se imaginar, a atividade fiscalizadora da Anvisa é fundamental para evitar que tais problemas de saúde afetem a população em grande escala. Isso também ajuda a prevenir sobrecargas no Sistema Único de Saúde (SUS), o que, por sua vez, pode levar a economias significativas em termos de recursos de saúde financeira.

Gigantes do segmento bovino são proibidas de operar pela Anvisa

Em outra frente, vamos falar sobre cinco marcas de carne que acabaram sendo proibidas de operar pela autarquia. Como informado pelo portal G1, em dezembro do ano passado, a Polícia Civil fechou cinco lojas de uma rede de açougue em São Paulo, nas cidades de Itanhaém (1), Mongaguá (2) e Peruíbe (2). Na operação deflagrada, aproximadamente 10 toneladas de carnes estragadas acabaram sendo descartadas.

Cabe destacar que o G1 enfatizou que as carnes inadequadas para consumo humano estavam sendo divididas em porções, embaladas e revendidas por um preço abaixo da média. Outro ponto importante é que alguns dos alimentos estavam com larvas, moscas, bolor e coloração fora do normal.

A interdição dos açougues pela Anvisa ocorreu após diversas denúncias contra os estabelecimentos. A Polícia Civil destacou na época que sete unidades foram autuadas pela vigilância sanitária e peritos criminais por não possuírem licenças, problemas estruturais e armazenamento. Das unidades investigadas, cinco foram interditadas.

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