Renato Cariani se pronuncia pela 1ª vez após ser indiciado pela PF

Após 10 meses de investigação, a Polícia Federal (PF) de São Paulo concluiu este mês uma investigação contra o influenciador fitness Renato Cariani por suposto desvio de produtos químicos para a produção de grandes quantidades de drogas para o tráfico de drogas.

O relatório final concluiu indiciando-o e a dois outros amigos por acusações semelhantes, incluindo tráfico de seres humanos, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Defesa de Renato Cariani

‘Isso não tira minha alegria’, disse Renato Cariani. Ele acusa uma influenciadora fitness e duas amigas dela de usarem sua empresa para distribuir produtos químicos para desvio de drogas, falou a Polícia Federal (PF) de São Paulo ao final da investigação. 

Como parte da investigação, Renato, Fabio Spinola Mota e Roselli Dawes foram acusados ​​de crimes semelhantes de tráfico de drogas, associação de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Os três amigos ficam livres para reagir ao crime.

Os advogados da influenciadora e de sua amiga já negaram as acusações. A reportagem tenta contato com o advogado de Fábio. O relatório final da Polícia Federal foi publicado nesta terça-feira (30) pela TV Globo e G1. 

No mesmo dia, Renato postou um vídeo em sua conta do Instagram, que conta com mais de 7 milhões de seguidores, comentando o assunto:

“A única novidade que tem… Isso não aconteceu hoje, tá? Dia 10 de janeiro já, a Polícia Federal já encerrou as investigações. E agora cabe à Justiça entender se ela tem ou não material suficiente para oferecer pra isso… pra transformar num processo. E aí então começa o processo pra avaliar quem são os culpados, os grandes responsáveis e quem não são. Mas esse indiciamento já tinha acontecido há muito tempo e a imprensa resolveu notificar novamente, não sei por quê. Mas não vai tirar a minha alegria do meu prêmio que vocês, graças a vocês eu tive a honra de conquistar”.

Renato Cariani

Segundo o Policial Federal, Renato, Fabio e Roselli receberam notas fiscais de venda de matéria-prima da Anidrol Produtos para Laboratórios Ltda. para empresas farmacêuticas multinacionais. Porém, os produtos não foram entregues a essas empresas. 

Os investigadores afirmam que eles eram usados ​​para produzir as drogas cocaína e crack, que depois eram fornecidas para redes internacionais de tráfico criminoso dirigidas por organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

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